Produção
Ça Va Art
Tratamento
2Vilão
Criação
Crispin
Mais do que descobrir de onde vem cada voz, queremos mostrar que não existe um único jeito de falar ou de ser nordestino.
A ideia é construir o filme a partir da curiosidade e do humor. A dinâmica é simples:
Ouvir uma voz e tentar adivinhar de onde ela vem. Aos poucos, as respostas começam a mostrar como é comum tratar o Nordeste como uma coisa só.
Quando entram pessoas que reconhecem melhor essas diferenças, o filme ganha uma nova camada.
O tom deve ser leve, respeitoso e divertido, sem transformar o erro em constrangimento e sem reforçar estereótipos. O interesse está justamente no contraste entre quem percebe tudo de forma mais geral e quem reconhece essas particularidades.
Queremos participantes espontâneos, que tragam reações verdadeiras para a dinâmica.
Mais do que respostas certas, interessam a dúvida, o raciocínio, o palpite e a surpresa com a revelação.
Entre os participantes nordestinos, vamos buscar pessoas de diferentes estados, idades e vivências, trazendo diferentes referências e formas de reconhecer essas vozes.
Como existem variações de sotaque até dentro de um mesmo estado, é importante que o casting também mostre essa diversidade, sem tentar criar uma representação única de cada lugar.
A dinâmica pode acontecer de duas formas. Caso o filme conte com um apresentador, seja Seu Freitas ou Alexia, essa presença ajuda a trazer um olhar bem-humorado e leve sobre as pluralidades do Nordeste, envolvendo os participantes na brincadeira e deixando a conversa acontecer de forma natural.
Outra possibilidade é seguir sem apresentador em cena, com as pessoas respondendo diretamente a um entrevistador em off. Nesse formato, a atenção fica ainda mais concentrada nas respostas, reações e diferenças entre os participantes.
Pensamos em duas possibilidades com características diferentes: Avenida Paulista ou Praça do Forró, em São Miguel Paulista.
A fotografia terá uma abordagem naturalista, próxima e espontânea.
Queremos uma câmera solta, acompanhando as reações conforme elas acontecem, atenta aos pequenos gestos, expressões e pausas. Zooms e pans entram de forma orgânica, ajudando a buscar respostas e conectar as pessoas dentro da cena sem deixar a imagem rígida ou excessivamente construída.
Zooms e pans entram de forma orgânica, ajudando a buscar respostas e conectar as pessoas dentro da cena sem deixar a imagem rígida ou excessivamente construída.
A ideia é preservar a sensação de verdade do encontro, com uma câmera que observa, reage e acompanha o momento.
A presença de Vitarella vai acontecer de forma simples e integrada à ação, principalmente através do microfone, dos fones e de alguns elementos gráficos.
A identidade da marca pode aparecer nas cores, nos detalhes e no desenho desses objetos, sem chamar mais atenção do que a própria dinâmica. Como não teremos produto ou packshot em cena, a ideia é que a marca esteja presente de forma natural, fazendo parte daquele encontro.
A montagem vai organizar essas diferentes respostas e construir o ritmo do filme. Podemos aproximar palpites parecidos, dúvidas, erros e acertos, criando humor a partir da repetição e das próprias reações das pessoas. Conforme o filme avança, as respostas vão revelando as diferenças entre os sotaques e os estados de forma simples e gradual.
Os letreiros entram como parte importante dessa construção, ajudando a informar e também a contar a história. Eles podem apresentar a dinâmica, identificar de onde cada participante é, revelar a origem dos áudios e destacar algumas informações ao longo do filme.
A ideia é que o motion acompanhe a montagem de forma simples, clara e integrada às imagens, sem deixar o filme carregado.
Vamos trabalhar com nove pessoas, uma de cada estado do Nordeste, falando livremente sobre a relação delas com Vitarella, como costumam consumir os produtos, alguma lembrança ligada a esse momento ou até situações do dia a dia.
Para entender melhor como esses áudios podem funcionar, pedimos para amigos e familiares gravarem mensagens de forma espontânea, contando como Vitarella aparece na rotina deles. Esses primeiros registros já mostram como existem diferenças de sotaque até entre pessoas do mesmo estado. A ideia é levar esse mesmo princípio para as gravações oficiais, buscando falas simples, pessoais e verdadeiras.
Seguimos à disposição para conversar e construir essas ideias juntos.
Estamos muito empolgados com o projeto e temos certeza que, em parceria, faremos um trabalho muito massa e relevante!
Ça Va Art & 2Vilão